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Como planejar os estudos?

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Mantenha o cinema no final de semana e nem pense em diminuir as horas de sono. Isso mesmo: um bom estudo não requer noites em claro nem renúncia à diversão. Ao contrário. Boas noites de sono e tempo para o lazer são fundamentais para se manter a disposição para estudar, conforme pesquisas conduzidas pelo cientista Robert Stickgold, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Mas, então, qual é a formula mágica para não acabar o ano com a corda no pescoço? Não tem mistério: basta elaborar um bom roteiro de suas atividades e respeitar esse planejamento.

O primeiro passo é admitir que no passado faltou vontade de aprender. Isso porque o desejo sincero de estar ali estudando interfere decisivamente na concentração que se tem. É o que faz diferença, por exemplo, quando você percebe que não estava prestando a menor atenção em alguma leitura, embora esteja efetivamente lendo frase após frase. “O sucesso nos estudos depende da disposição para a tarefa”, diz a psicóloga Adriana Machado, do Serviço de Psicologia Educacional da Universidade de São Paulo (USP).

“Só quando você está ligado no que está fazendo é que o seu cérebro capta adequadamente os estímulos externos, sejam eles a fala de seu professor ou algo escrito”, afirma o neurologista Fernando Coronetti Gomes da Rocha, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu. “O interesse e o desejo de prestar atenção no assunto promovem uma ativação cerebral em níveis que permitem a memorização”, diz.

Mesmo depois de estar concentrado na realização da tarefa, ainda há diversas maneiras de se tornar mais produtivo. Uma delas é estabelecer prioridades para a mente. O maior desafio de um estudante, a prova de vestibular, pode ser vencida mais facilmente com algumas atitudes, como olhar primeiro a prova inteira e realizar os exercícios mais fáceis antes de responder ao resto. “A melhor maneira é encarar uma prova como um jogo de pega-varetas, em que você tira primeiro as peças que não oferecem risco”, compara o professor Sezar Sasson, do Anglo Vestibulares, de São Paulo.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/planejamento-672885.shtml

A Internet vai quebrar

 

Que a internet é imensa e não para de ser expandida não é novidade para ninguém, mas aposto que você não imaginava que esse crescimento acelerado e desordenado pode resultar em uma catástrofe para muitos servidores. Analistas do Renesys fizeram uma previsão bastante apocalíptica para o futuro próximo da rede, afirmando que muitos roteadores podem virar obsoletos em breve.

Nas próximas semanas, hardwares mais antigos chegariam a um limite de funcionamento, sobrecarregando e deixando de funcionar, o que pode ser um problema para vários pequenos provedores e servidores. Não há como saber a quantidade de dispositivos e empresas afetados, mas é possível que alguns cantos da internet experimentem pequenos inconvenientes e instabilidade. Até agora, nenhum grande abalo foi detectado, o que é visto como uma ótima notícia pela equipe.

O problema, segundo a análise, está na tabela de roteamento, uma série de entradas (ou rotas) com dados sobre onde as identificações de uma rede estão localizadas. A configuração padrão em muitas plataformas que usam essa tabela suporta o máximo de 524.288 rotas — e, recentemente, as redes já atingiram a barreira dos 500 mil.

Mantenha a calma

O espaço no protocolo IPv4 está cada vez mais estreito, mas novas rotas não param de ser criadas por lá. A ideia, de acordo com os especialistas, era encorajar sistemas autônomos a crescerem (plataformas de empresas e universidades, por exemplo) ou até o IPv6 a se popularizar, mas isso não tem acontecido.

Os responsáveis pela pesquisa afirmam que os donos de serviços online precisam estar atentos a problemas de latência e alcance para substituir os provedores que apresentarem problemas. Quanto aos consumidores, o conselho é “não entrem em pânico”: o “núcleo” da internet usa roteadores com bem mais capacidade e, para o público geral, isso deve ser um pequeno incômodo em vez de um apocalipse digital.

A importância do Linux na Nuvem

Em abril, Brad Anderson, CVP da Microsoft, escreveu um texto em seu blog “In The Cloud” destacando um recente artigo da revista Linux Pro sobre Linux Integration Services (LIS) e o suporte da Microsoft para profissionais de TI em Linux.

Nas palavras de Anderson, “este artigo da Linux Pro enfatiza o quão importante LIS é para a Microsoft. Ninguém aqui em Redmond é ignorante sobre o fato de que o mundo corporativo é heterogêneo, mas isso não significa que você quer rodar duas infraestruturas de hypervisor completamente diferentes, ou até duas nuvens privadas distintas”.

Leia o artigo completo aqui e você pode seguir Brad no Twitter em @InTheCloudMSFT. Você também pode aprender mais sobre LIS na nossa cobertura do lançamento da versão 3.5 e na entrevista do Open Door Policy com K.Y Srinivasan da Microsoft.